O escolhido do mês foi... Enigma na Capela Real
Sobre a autora: Ana Cristina Massa é jornalista e escritora. Estreou na literatura juvenil com o livro Mistério no Museu Imperial. Recebeu o selo “Acervo Básico para Jovens” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil/2004. O livro foi selecionado para o PNLD/SP/2004 e para a Feira de Bolonha em 2004.jornalista e escritora. Na mesma série-Os Invencíveis-publicou Enigma na Capela Real (PNBE 2006) e o Segredo do Colecionador.
Fonte: Editora Biruta
Como está na descrição sobre a autora o livro é uma literatura juvenil. Ele mistura ficção e história do Brasil a partir das aventuras de um grupo de amigos intitulado “Os Invencíveis” que é composto por cinco adolescentes Eugênio (Gênio), Goma, Isadora, Jonas e Sofia. Este é o segundo livro da série. A história gira em torno da Igreja Nossa Senhora do Carmo localizada em Petrópolis. Essa igreja foi no período Imperial a Capela Real, mais especificamente no período de D. Pedro I e sua esposa a imperatriz Leopoldina. Tudo isso e mais um pouco eu aprendi com esse livro.
O objetivo é basicamente este através de uma linguagem jovem e atual trazer aspectos históricos do nosso país além de discussões atuais como o roubo de imagens e peças sacras. Sempre gostei muito de literatura juvenil ou infanto-juvenil se preferir, só que o tempo nunca mais havia me permitido visitar o setor infantil da biblioteca. Até que um dia decidi matar a saudade, e foi ótimo rever todas as obras fantasiosas que emocionaram minha infância e juventude. Foi quando me deparei com este livro... que trazia aquele enredo que eu sempre gostei... um grupo de amigos desvendando um mistério. Vamos e convenhamos que o nome “Os Invencíveis” não é dos mais atraentes e criativos, como os eternos “Karas” de Pedro Bandeira, mas não custava nada dar uma olhada.
O livro é muito bom! A história não é tediosa, melodramática, é na medida. Não tem códigos secretos ou coisas assim, mas isso não diminui em nada a obra. Além da aprendizagem, pois não é cansativa a forma como a autora apresenta a história da igreja e do Brasil no período Imperial. Aprendemos aos poucos, a partir de um bate-papo entre “Os Invencíveis”. A linguagem é bem jovem e sem exageros, por que “É o fim!!”, você ler um livro “jovem” cheio de gírias, tantas gírias que acaba atrapalhando e leitura e ficando distante da linguagem juvenil.
A “pessoinha” aqui A-D-O-R-A literatura infanto-juvenil, posso fica velhinha, mas sempre estarei dando um pulo na seção Infantil da biblioteca, quem sabe um dia não escrevo um livro nesse estilo...rsrsrsrsrsrs
Gente vai sem imagem por que eu não achei nenhuma na net boa e não sei cadê o cabo da minha câmera.
Besos
