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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

PINK

Sempre fui fã desta cantora, pela sua voz e suas músicas sempre muito "rebeldes", na adolescência quem não fica um pouco assim né...

Agora venho falar do clipe novo dela "Try" que coreografia é essa Brasil?
A-M-E-I! Sentimos a intensidade de tudooooo e tenho que falar o bailarino é sucesso...srsrsrs



Fica aí...a dica, a letra é linda também.

Começar a segunda-feira com intensidade.

Besos


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

MOLECO VIAJANTE - 2º PARTICIPAÇÃO

Demorou, demorou e demorou, mas finalmente está aqui o simples e feliz resultado da minha segunda participação no projeto Moleco Viajante. Coincidentemente o caderno que recebi desta vez foi o mesmo da primeira participação que falo aqui.  Querendo saber mais sobre o projeto e sobre os produtos "Moleco", é só ir clicar aqui.

Novamente falo sobre meu amor pela DANÇA! Inspirada, no melhor clima "Dia dos Namorados" (para verem como faz tempo que tenho que publicar). Escrevo um texto que mostra a relação mais duradoura que tenho...rsrsrs



Como fica meio difícil para ler na imagem, segue abaixo o que escrevi.

"Vou me declarar!! Começou de modo inocente, na escola...toda envergonhada. Depois foi por pura diversão, apenas uma curtição não queria saber de relacionamento sério. Vou crescendo, a gente se separa e fica somente na lembrança e em alguns reencontros surge o sentimento da infância. Amadureço...e com isso nossa relação que nunca acabou chega em outro nível, mais sério...um compromisso de fato. Por diversos momentos nessa caminhada pensei em desistir, chorei, tive raiva, quis terminar, mas nunca consegui, pois quando se ama passa por cima de tudo. E por mais que houvessem momentos de tristeza, não por culpa do outro, mas das circunstâncias que nos cercam esse amor nunca acabou, nunca me abandonou. Até hoje, em todos os instantes me traz felicidade, paz, alegria, sonhos, força, perseverança, consolo e tudo mais que supera qualquer crise na relação. Esse amor é para sempre! Esse amor é pela DANÇA. Agradeço a Deus por esse dom, por essa oportunidade, por amadurecer nesta relação que melhora com o tempo. Um dia espero achar um alguém que compartilhe junto comigo esse amor e concorde em viver o único triângulo amoroso que aceito "Eu, o outro e a dança"...enquanto isso sigo dançando ao som de todas as músicas, ou de música nenhuma, mas inclusive ao som do meu coração que nunca deixou de AMAR E DANÇAR."

Autoria: Eu - IZABEL SOUSA ARAUJO

E aos poucos o blog vai retomando o ritmo, neste momento bem agitado da minha vida.

Vamos com fé!

Besos
Até a próxima.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Bebel Sousa - O retorno

             E já dizia o velho ditado “O bom filho a casa torna” e aqui estou eu, humildemente, retornando ao meu “lar” virtual, que está mais para a parte do porão ou sótão que se joga tudo e esquece depois. Meu último post foi a exatamente sete meses e nove dias, sobre minha experiência com o projeto do “Moleco Viajante”, muito boa por sinal. Depois disso houve várias tentativas de retorno, desde a possíveis mudanças de layout, post como esse ou sobre outro tema, fingindo que nada aconteceu e seguindo a vida. Desde julho minha vida foi uma correria e confusão sem fim, podemos dizer que passei por um longo período de completa desordem, agora vendo a data foi um momento de muitas mudanças. Seriam muitos posts para tentar explicar o que houve, fazendo um breve resumo o que eu digo para começar “muita, muita coisa mudou”, umas para melhor, outras para pior e todas muito impactantes.
            Tive que tomar decisões das quais graças a Deus não me arrependo, mas que me fizeram e fazem pensar sobre muitos aspectos da minha vida. A companhia de dança que movia grande parte da minha vida como bailarina “UECE Cia de Dança” acabou, o idealizador do projeto e diretor, decidiu alçar novos voos e está  conseguindo. Comecei a estagiar, um trabalho fatídico e burocrático que me faz pensar e repensar várias vezes sobre o que quero da minha carreira profissional. Devido o estágio tive que transferir meu curso para a noite e com isso abandonei o curso de espanhol e o que mais me doeu em especial por conta que seria a válvula de escape com o fim da “UECE company” foi deixar o ballet. Sem jazz, sem ballet e com várias novas obrigações, pensei que não fosse dar conta e não dei, houve algumas consequências não muito agradáveis, mas cá estou, pronta para outra e encarar o blog novamente é o sinal desta nova fase.
            Algo que conheci nesse caminho foi a dança de salão, que antes mesmo desta turbulência já estava se inserido aos poucos na minha vida, como uma válvula de escape dos estresses que toda companhia de dança desde as grandes como as pequenas como a da UECE passa. Sobre a dança de salão vou dedicar um post inteiro para falar sobre, pois como tudo nessa vida fui me envolvendo e desfrutando de novas experiências e repensando sobre a dança de modo geral. Chega 2012, admito minhas fraquezas e tenho que encarar as diversas obrigações que este ano trás, percebo mais obrigações do que prazeres, mas espero que isso mude (rsrsrsrsrs). Continuo no estágio, faculdade a noite, mas é o último ano, vou adiar por um semestre para me formar no final do ano e infelizmente não terei mais como fugir da vida sem o termo “universitário” atrelada a ela, sou presidente do grupo de jovens da igreja que me congrego, continuo na dança de salão mais envolvida do que a sete meses atrás e decidi volta ao ballet, pensando na dança de salão, mas principalmente por saber que não posso viver sem dançar “só” (talvez mude de ideia em relação a esse “só” no futuro, mas por enquanto ele fica).
         Estou aqui, pronta para outra! Vamos ver o que vai dar, vou encarar novas experiências, conhecer novas pessoas, mudar, rir, chorar, falar o que penso e crescer. O blog continuará com seu intuito despretensioso, porém um pouco mais constante, sem sumiços tão drásticos por que enfim é drama demais para um blog só...rsrsrsrs. Espero que alguém acompanhe esta saga (olha o drama de novo).
Até a próxima.

Besos

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Minha participação - MOLECO VIAJANTE

Enfim...a minha arte no MOLECO VIAJANTE, mas primeiro... "O que é um moleco viajante?"
Nesta página do blog moleco vocês poderão conhecer um pouco mais: http://www.moleco.com.br/blog/

Agora minha história com os "molecos viajantes".
Li sobre este projeto no ano passado e fiquei muito empolgada com a idéia de participar, porém já havia passado o prazo de inscrição, mas este ano seria diferente...rsrsrsrsrs. Assim que abriram as inscrições eu procurei fazer logo a minha e aguardar pelo envio dos tão sonhados molecos viajantes. O tempo passou....quando enfim recebi o e-mail informando que o moleco já estava a caminho fiquei naquela ansiedade de menino novo esperando um brinquedo...rsrsrsrs. Na correria do dia a dia as vezes me esquecia, quando de repente cheguei em casa e minha mãe "Izabel chegou correspondência para você", além das contas lá estava ele o nº4 esperando por mim, pude então olhar de perto os trabalhos de colegas anteriores a mim e UAU... belos e criativos trabalhos... fiquei pensando "E agora? O que vou fazer?'... bloqueio de criatividade... até que decidi expor o que sinto, penso sobre meu amor A DANÇA! E olha como ficou...




Um pouco do que amo...em palavras, frases, imagens e cores.

Até a próxima
Besos

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

"Bailarina sem pretensão" PARTE II

Quem quiser relembrar ou ler a parte um, clica aqui.

Vamos lá...enrolei um pouco esta continuação, por diversos motivos... tratar desse assunto é um pouco mais que pesquisas na internet, é observar, investigar a mim mesma.

Na parte I, eu declarei o meu amor pelo Ballet, neste post finalmente vou falar sobre o “sem pretensão” que tem neste título. No início, quando eu ainda era uma menina sonhava em ser bailarina. Tão ingênua que nem imaginava com companhias de ballet, com escolas de renome ou algo assim, sonhava direto com os palcos, única e exclusivamente os palcos e para completar a sapatilha de ponta. Não imaginava as aulas, os ensaios, os bastidores só os palcos...da até vontade de rir.

Hoje já sei que sonhar só com os palcos, sem o caminho que tem que percorrer para subi-lo não ajuda em muita coisa. Eu conheço esse caminho, ele é difícil, mas não é impossível... nesta caminhada eu subi nos palcos, não na sapatilha de ponta, não em um solo, mas conheci... e tenho que admitir É INCRÍVEL!! O que mais me fascina às vezes nem é o momento da apresentação em si, mas o antes, os bastidores... gente fico fascinada com os bastidores antes de uma apresentação, a movimentação, o ambiente respirando arte! Enfim... um clima muito bom.
Mas nem tudo são flores, para chegar aos palcos foram ensaios, ensaios e mais ensaios... exigências até o topo e isso cansa às vezes, rolam estresses, desentendimentos e uma vontade doida de desistir, mas havia uma única coisa, algo incontrolável que por mais que a gente quisesse abandonar o barco não conseguíamos... O AMOR PELA DANÇA... o movimento incontrolável de nossos corpos ao ouvir aquela música que não aguentávamos mais... DANÇA, DANÇA E DANÇA... somente isso nos manteria em pé. Até que em um momento percebo que o amor pela dança estava sendo substituído pela obrigação do compromisso, aquela obrigação que lhe mantém de pé, mas não o faz ter amor por aquilo que está fazendo.
Eu senti isso, não estava mais a mesma coisa, meu jeito de dançar mudou. Eu que era conhecida pela espontaneidade, pelo o jeito forte e expressivo de dançar, fui me tornando mecânica, obrigada, vazia. Gente eu chorei tanto quando me falaram isso, PUTZ era o que eu gostava de fazer!!! Era parte de minha vida!!! O que estava acontecendo? Por que não fluía mais? O tempo foi passando, as apresentações haviam encerrado (até esse ano) e as aulas voltaram ao normal, a vida continuou, os exercícios voltaram, a rotina continuou e eu adorei!!

Até que um dia eu li em nesse post no blog da Cássia e pensei, pensei e vi que o que me dava vida, me trazia espontaneidade era justamente a falta de pretensão, o único e exclusivo interesse em dançar e ser feliz, sem me preocupar com quem está olhando, com o quê vão falar, só em dançar... me acabar nas aulas e depois dançar... se será no palco, ou em uma contratação de trabalho pela companhia, ou um apresentação infantil que eu esteja coordenando não importa!! Descobri que eu não nasci para grandes palcos, grandes apresentações, também acho que não nasci para viver de dança, sei que é não é um mero hobby, é muito mais do que isso... faz parte da minha vida, mas minha vida não pediu os palcos, minha vida pediu o único e exclusivo PRAZER DE DANÇAR SEM PRETENSÃO. Sou feliz assim, talvez eu tenha demorado em descobrir isso, mas sou muito feliz, agora eu sei! Quem sabe um dia eu apareça aqui para contar o verdadeiro sonho que eu tenho com a dança. Segredo!!

Até a próxima!
Besos


domingo, 13 de dezembro de 2009

"Bailarina sem pretensão" PARTE I

“Ótimo! Posso ser a primeira-outra-coisa e ser reconhecida por isso. E continuar dançando ballet assim, sem pretensão, mas linda e sorrindo no final.”
Cássia Pires




Foi a partir desta frase da Cássia, autora de um dos blogs que mais gosto sobre ballet e outras coisinhas do meio da dança, que pude formular esta frase que tem tudo “a ver” comigo “bailarina sem pretensão”. Minha história com o ballet é LONGAAAAAAAA, eu como toda menina sempre quis fazer ballet, usar a roupinha rosa e subir na sapatilha de ponta, só que meu pai nunca deixou, não foi nem isso, ele não tinha dinheiro para pagar, (fala sério aulas de ballet são muito caras!!). Fui crescendo e a fase do ballet foi passando de vez em quando ainda me dispunha a procurar e ligar para escolas atrás de informações, mas nunca continuava. Saí do clássico e fui para os esportes, adorava correr, nadar e sempre quis lutar (ainda não tive essa oportunidade, mas um dia quem sabe) e no meio disso tudo fui criando uma aversão ao ballet fora do comum! Não gostava e ponto final, acho que era por que acreditava que não tinha mais como eu fazer aquilo que as bailarinas faziam. Detestava ballet, mas adorava dançar, no início só de brincadeira, em festinha e apresentações na escola para ganhar nota, mas depois foi na igreja que está brincadeira foi ficando séria e mais fascinante. Em seguida escola nova, experiências novas. Aprendo dança de salão para os festivais, me chamam para montar coreografias e é criado um grupo de dança na escola a qual eu começo a fazer parte.

É nesse grupo que as coisas começam a mudar, minha professora era bailarina e muito “fresca”, por mais que tentasse sempre tinha algo de “bailarinístico” nas coreografias, e eu... ACHAVA O “FIM DA PICADA”, mas fazia por que tinha que fazer, ao longo do ano fui percebendo que estava mais alongada, tinha mais técnica, recebi elogios que jamais esquecerei, elogios que nunca imaginei receber depois de certa idade (o grupo apareceu quando estava no terceiro ano, eu era a mais velha, achava que não dava mais, mas continuava indo). Devido o tempo e a não tivemos aulas-aulas de ballet, mas foi com esta professora que conheci o meia-ponta – ponta – meia-ponta, flex; e outros termos muito usados no meio. Acabou o terceiro ano, acabou a brincadeira, saí da escola e saí do grupo de dança resumindo, parei de dançar. Depois de uns seis meses, na Universidade vi um anúncio chamando pessoas interessadas em aprender diferentes estilos de dança, eu na minha cara-de-pau liguei e fui. A primeira pessoa que conheci foi a minha atual professora de ballet, foi realmente sinistro quando cheguei lá e tinha que aprender jazz, dança de salão, hip-hop e... ballet. Faz um ano e seis meses que faço ballet com este grupo, além de jazz. Ainda sou conhecida como a revoltada da turma, por fazer algumas reinvidicações no meio da aula, mas tenho que confessar uma coisa... AMO O BALLET, coisas que nunca pensei que fosse capaz da fazer estão surgindo aos poucos, sinto um crescimento que nunca pensei que fosse capaz, hoje a dança se tornou algo mais que uma simples brincadeira, se tornou parte da minha vida.

Xiii...falei, falei e não expliquei o por que do “bailarina sem pretensão”, isso ficará para a parte II, aqui vocês conheceram um pouco da minha trajetória no mundo dança, e no ballet.

Aproveito para agradecer em especial a uma querida professora, que tanto pegou no meu pé no terceiro ano do Ensino Médio.

Até a próxima.